Dia da Independência de Portugal/ Independence day of Portugal


A minha tentativa de desenhar um cravo.../Me, Trying to draw a carnation...
 
1º.Versão Portuguesa                                                                                   2nd English Version

Queridos Leitores/ Dear Readers,

Versão Portuguesa


 Hoje é o 43º. Aniversário da independência de Portugal, ou como ficou conhecida, a Revolução dos Cravos. Esse grande facto mudou a vida de todas os portugueses. Incluindo a dos meus pais que estavam quase para se casar. Contam-me sempre histórias sobre quão mau se viveu na infância deles e como as coisas mudaram tanto e em tão pouco tempo porque nós agora somos pessoas livres.

Sim, livres…livres de pensar, de falar e de fazer.

Por causa disso, hoje eu estou grata.
Grata pela coragem dos Capitães de Abril, grata a todos os meus antepassados que lutaram pela minha liberdade, grata a todos os que fizeram de Portugal um lugar melhor. Grata pelas possibilidades que tenho e as escolhas que posso fazer por causa de um pormenor: eu vivo num país livre.

Se Portugal continuasse numa ditadura, jamais teria a educação que tive, jamais teria as possibilidades das escolhas que posso fazer na minha própria vida. Provavelmente, estaria a trabalhar desde os 12 anos porque isso é que era o normal e a fazer algo que não gosto. Não poderia ler livros nem lutar para tornar-me uma autora, porque isso era para os ricos. O facto de ser mulher também seria um entrave. Teria outras responsabilidades e se tivesse a possibilidade de publicar um livro teria de ser com o nome de um homem.

Por causa destes privilégios, hoje, estou grata e espero conseguir fazer jus à minha liberdade.

English Version

 

Today is the 43rd anniversary of the independency of Portugal, or how it was known, the Carnations Revolution.  That big fact change all of the Portuguese citizens lives. Including my parents who were about to get married. They always tell the story of how bad it was back in their childhood and how things got so different in a few years just because we were a free people.
 
Yes, freedom…freedom to think, to speak
 
Because of that today I am grateful.
I am grateful for the courageous of the April Captains (a term for the militaries who participate on the overthrow), grateful to my ancestries who fought for my freedom, grateful to whom did Portugal a better place to live. Grateful for the possibilities that I have and the choices that I can make because of one little thing: I live in a free country.
 
If Portugal would still be in a dictatorship, I would never have the education that I have; I would never be able to have the possibilities of choices that I have. In fact, I would be working since my 12 years because that was usual and doing something that I wouldn’t like. I wouldn’t be able to read books or to fight to become an author because those things were for the rich people. The fact that I am a woman would also be an obstacle. I would have other responsibilities and if I could have the possibility of publishing a book, it would be under a men’s name.
 
So, because of these privileges, today, I’m grateful and I hope I can do things right with my freedom.
 
XOX,
- Catarina Ferreira

Dia Da Madrinha/ Godmother's Day


 
Godmother's Day

1º. Versão portuguesa                                                                            2nd English Version
 
Queridos Leitores/Dear Readers,

Versão Portuguesa

 

Tenho uma confissão a fazer e essa é a razão de estar a escrever aqui a um domingo. Hoje é o dia mais feliz do ano para mim: É o dia das Madrinhas (ou melhor é dia de ramos, mas não deixa de o ser).
 
A família une-se à hora de almoço e recebe-se tudo a dobrar. O dobro da comida, do barulho, do carinho e ternura. Especialmente os últimos dois por parte dos meus dois afilhados. É quase como o Natal, mas com sol e mais calor.
 
A verdadeira razão pela qual dou tanta importância a este dia é porque eu não escolhi ser Madrinha. Colocarem em nós uma grande fé e confiança é o melhor sentimento de todos. Ser escolhida.
 
Eu sou abençoada cada vez que estou com eles, mas hoje o dia é apenas mais brilhante…
 
Feliz dia para todas as Madrinhas!

Presentes dos pequenotes/ Gifts from the little one's

 

English Version

 

I have a confession to make and that’s why I’m writing at a Sunday. Today is the happiest day of the year for me: it’s Godmother’s Day.
 
The family is united at lunch and we get everything is double. Double the foods, the noise, double the tenderness and fondness. Especially these last two from my two godsons. . Is almost like Christmas, but with sun and hotter.
 
The reason why I give it so much importance is because I didn’t choose to be a godmother. When someone gives you such faith and trust is the best feeling ever. To be chosen.
 
I am blessed every time that I’m with them, but today is just the brightest…
 
Happy Godmother’s day to all the Godmother’s!
XOX
- Catarina Ferreira

A Fase da Solidão/ The Phase of Loneliness

Da minha autoria/ My Own

1º.- Versão Portuguesa                                                                 2th - English Version

 Queridos Leitores/ Dear Readers,

 

Versão Portuguesa


 
Entre a multidão, entre os caminhos todos os dias percorridos, decisões são feitas inconscientemente. Seja de automóvel, comboio, metro, de camioneta ou até a pé.
A primeira coisa a fazer quando chegar a casa, o que oferecer no aniversário da melhor amiga, que desculpa arranjar para dizer ao professor/patrão a razão de chegar atrasado. E tu fazes isto...todos os dias.
 
Mas porquê não escolher um caminho diferente e entrar numa nova aventura? Quão difícil pode ser fazer aquilo que finalmente tanto querias e sair da rotina diária? Sair da zona de conforto.
 
Correr aquele risco!
 
Mas não te enganes, porque assim que tomares essa decisão, não há volta a dar. Conhecer o desconhecido é sempre excitante, mas também inseguro.
 
Essas decisões escolhidas trazem sempre consequências. Nem sempre os nossos erros nos levam às escolhas certas. Por vezes, o caminho que tanto desejamos é obscuro e frio, algo que nunca imaginava-mos que acontecesse. As árvores que inicialmente transluziam folhas com uma tonalidade de verde vivo, transformaram-se em troncos sem vida e é assustador. As aves exóticas transformaram-se em corvos. Os caminhos de erva húmida e florida transformaram-se em terra castanha, coberta por um manto de nevoeiro. O belo mundo que tu conhecias, a bela vida que vias com cores vivas transformara-se numa floresta negra e tu terás de a atravessar até ao fim.

Agora, olhando para trás consegues ver que todas as decisões tomadas ao longo dos anos, por mais que decidas mudar o teu rumo, haverá sempre a fase da solidão antes da conquista.

English Version



Between the crowed, between the paths every day traveled, decisions are made unconsciously. Rather by car, train, subway, bus or by foot. The first thing to do when you arrive home, what to offer to your best friend’s birthday or which will be the perfect excuse to give to your teacher/boss for arriving late. And you do this…every single day.
 
But why not just choose a different path and take a new adventure? How hard can it be to do finally  what you really wished for instead of fall into the daily routine. Get out of your comfort zone.
 
Take that risk!
 
But don’t fool yourself; because once you made that decision, you can no longer take it back. Meeting the unknown is always exciting, but it can also be insecure.
 
These decisions  that you have chosen,  always brings consequences. Not always our mistakes bring us to the wright decisions. Sometimes the path that you always wished, turns out is dark and cold, something that you never imagine to happen. The trees that initially translucent leaves with a tone of living green became trunks without life and scaring; the exotic birds became crows; the wet and florid grass became brown ground, covered by a foggy cloak. The beautiful world you knew, the beautiful life with true colors became a beautiful dark dress and you will have to walk all the way through it with him.
 
Now, looking behind that path that you decided to take, you can see that all of your decisions taken along of the years, you realize that for more that you decide to change your way, there will be always the phase of loneliness before the achievement.
 
XOX
- Catarina Ferreira

Lonely Path


Sad Man Walking In a Lonely Street (not mine)

Dear Readers,  

What a lonely path...
Wet. Rough. Hard.
There are no signs, no guidance.
There is no shelter, no grid...
The more you walk the best you see,
how lonely this path can be.
XOX
- Catarina Ferreira

 

 

Excerto de O Outro Lado de Amar/ Excerpt of O Outro Lado de Amar

Pinterest
PT: Versão Portuguesa                                                             ENG: English Version
 
Queridos Leitores/ Dear Readers,
 
PT: Uma vez que publiquei um excerto de Amor Ingénuo, decidi fazer o mesmo para o meu segundo livro O Outro Lado deAmar. Encontrei a imagem perfeita (não é minha) para este pequeno excerto. Espero que gostem.
 
ENG: Once I published here na excerpt of Amor Ingénuo, I decided to do the same with my second book O Outro Lado de Amar. I found the perfect image (which is not mine) to this little excerpt. Again, due to publish rights I cannot translate, but feel free to translate with google translator. Enjoy it.
 
(…)
 
Para: Romeo
Enviado a: domingo, 20 de novembro de 2011 01:37
 
Preciso que me venhas buscar.
Agora, por favor.
 
Apesar de uma vozinha insistir que eu pedisse uma garrafa de água, voltei a pedir uma vodka. Olhei para o grupo de raparigas com quem o Guilherme e o Matias dançavam animados, alheios à pequena descoberta entre a Sílvia e o Vasco.
Peguei na minha bebida e voltei para junto da Sam, do Gabriel e do Samuel.
- Meu, eu nunca os vi juntos. Hoje foi a primeira vez – comentou o Samuel.
- Onde está a Virgínia? – perguntei.
- Decidiu ir atrás deles – disse a Sam confusa. – Ela acha que o Vasco a afastou daqui para não haver confusão entre nós.
Nesse momento, a Virgínia chegou.
- Talvez eu estivesse enganada. – Fez um esgar. – Estavam na entrada a discutir. Viram-me e a Sílvia arrastou o Vasco na direção da casa de banho.
- Mas eles…beijaram-se? – perguntou a Sam.
- Porque é que estas tão interessada? – perguntou o Gabriel, intrigado.
- Estou curiosa.
- Não, eles não se beijaram e o Vasco estava furioso. Foi só isso que eu vi.
Eu e a Sam trocamos um olhar. Ambas colocamos as nossas palhinhas da bebida na boca.
O meu telemóvel vibrou na minha mão.
 
De: Romeo
Enviado a: domingo, 20 de novembro de 2011 01:42
 
O que é que aconteceu?
Alguém tocou-te?
 
Senti uma tontura e ri-me. Percebera tudo mal.
 
Para: Romeo
Enviado a: domingo,20 de novembro de 2011 01:44
 
Preciso de ti!
Por favor, vem.
 
Precisava de alguém que não soubesse de toda aquela situação e não me lembrasse o meu passado.
Quando ergui a cabeça o assunto já não era “Sílvia e Vasco”. Apesar de não querer, a tentação era mais forte. Olhei para o meio da pista. O Guilherme estava no meio de duas raparigas a dançar de olhos fechados e de mãos erguidas enquanto sorria. Fui percorrida por uma onda de raiva, substituída por uma tontura.
Alguém me segurava no braço. Era a Sam.
- Estás bem? Quase que caías. Talvez fosse melhor parar de beberes.
- Eu vou ficar bem – sorri.
Tirei o telemóvel da pochete e lá estava uma SMS do Romeo.
 
De: Romeo
Enviado a: domingo, 20 de novembro de 2011 01:49
 
Falei com o meu patrão.
Vou já para aí.
 
Voltei a sorrir.
- Bem meninos, vou ter de ir.
Ia beber, mas a Sam tirou-me o copo. Entregou-o ao Gabriel. Afastou-nos do pequeno grupo.
- Vais ter com o Romeo, não vais?
- Ele vai levar-me a casa.
- Só levar-te?
- Sabes melhor do que ninguém como é que eu lido com esses assuntos.
- Estás bêbada e não quero que faças nada que depois te arrependas.
- Não és tu que dizes que tenho 20 anos? Minha nossa Sam, vive a vida. – Sorri.
A Sam fitou-me boquiaberta. Dei-lhe um beijo na bochecha e dirigi-me para a saída. A Sam seguiu-me.
- Estas a ir para as casas de banho.
Ambas fizemos uma careta seguida por gargalhadas.
- Achas que eles ainda lá estão? – perguntei.
- Sinceramente, não quero saber. Desde que a Sílvia ande com rapazes solteiros, por mim está tudo bem.
Fomos buscar o meu casaco e paguei a minha conta. Dei-lhe um abraço e despedi-me dela. A Sam não precisava de dizer nada para ver a sua preocupação estampada na cara.
Entreguei o meu cartão de consumo e saí.
Estava fresco. Apertei o casaco, apesar de gostar de sentir a brisa na cara.
Na entrada, algumas pessoas esperavam para entrar, outras conversavam. O segurança não parava de olhar para um grupo de rapazes que fumava a um canto e falava demasiado alto. Apertei a minha pochete contra o meu peito e encostei-me à parede, o mais perto do segurança.
Senti um arrepio na nuca ao ouvir a moto do Romeo a chegar. Ele parou à minha frente. Caminhei na sua direção o mais rápido que os meus sapatos permitiam. O Romeo tirou o capacete e fitou-me preocupado de cima a baixo. O seu olhar parou nos meus pequenos passos tortos. Eu sorria para ele. O nosso olhar encontrou-se. Passou com a ponta da língua no piercing. Dei passos mais rápidos. Parecia que nunca mais chegava ao meu destino.
- O que é que aconteceu? Que SMS foi aquela? Sabes o quanto estou preocupado contigo?
Finalmente cheguei até o Romeo e atirei-me para o seu colo. Não sei de onde veio toda aquela coragem ou necessidade, mas beijei-o. Suavemente de início, mas depois com urgência. Como se tivesse medo que ele fugisse. Com as duas mãos segurou o meu rosto e tomou o controlo do beijo. Puxei a sua nuca de encontro a mim. Explorou com a língua cada canto da minha boca, até ambos ficarmos sem fôlego.
Sem tirar as mãos do meu rosto, perguntou-me:
- O que é que aconteceu ao quinto encontro?
- Está a começar.
(…)
 
 
XOX
- Catarina Ferreira

Excerto de Amor Ingénuo/ Excerpt of Amor Ingénuo

 
PT: Versão Portuguesa                                                                              ENG: English Version
 
Queridos Leitores/ Dear Readers,
 
PT: Desta vez trago-vos um excerto do meu primeiro livro Amor Ingénuo. Encontrei este desenho na internet que me fez recordar uma pequena similaridade na minha primeira história e decidi partilhar convosco. Se quiserem ler os primeiros capítulos ou comprar, aqui fica o link: Esta é a história de Samanta.
 
ENG: This time I bring you an excerpt of my first book Amor Ingénuo. I found this image online that reminded me a little similarity of a scene on my first story, so I decided to share with you. Due to editorial rights, I can’t translate to English or even publish in English, but you always have google translator in case you’re curious. This is Samanta’s Story.
 
A conversa começou a melhorar. Pedimos para sobremesa Profiteroles, tomamos café e passeamos à beira rio.
Sentamo-nos num dos bancos.
- Isto é magnífico à noite! – comentei num suspiro. Adoro a vista da Ribeira e atrás as iluminações do Porto ao som natural do rio.
- Eu prefiro a praia. Principalmente ao pôr-do-sol. Do meu quarto consigo ver.
- Oh, que inveja – disse ao dar-lhe uma palmada suave no ombro.
Voltou a rir.
- Se quiseres podes ir ver, a entrada é livre.
- Olha que eu aceito.
- Espero bem que sim – Sorriu.
Ele estava com o rosto próximo do meu. Mas, mesmo sentado, fica sempre mais alto do que eu. Começou a baixar o rosto de encontro ao meu, mas desviei rapidamente e olhei para a frente.
Mas o que é que eu acabei de fazer? Covarde.
- Quantos quartos tem a tua casa? – perguntei de olhos fechados, arrependida do que tinha acabado de fazer.
- Quatro. Ficam todos no primeiro andar, mas só dois é que têm vista para o mar.
Inclinou-se para a frente e apoiou os cotovelos nos joelhos, juntou as mãos entrelaçando-as.
Será que o Mat tem razão? Ele não vai descansar enquanto me tiver? Será que ele mentiu-me em relação a não voltar a ver mais a ex-namorada?
Tarde demais para pensar nisso agora, eu disse-lhe que dava uma segunda oportunidade. Tenho de confiar nele. Aprender a confiar nele.
 Só espero é não ser mais uma na lista dele, na grande lista dele.
- Podemos ir para o carro? Estou a começar a ficar com frio. – Cruzei os braços.
- Que não seja por isso. – Rodeou-me com os braços. Se antes estava próximo, agora estava a milímetros do meu rosto.
Engoli em seco e os meus pelos da nuca eriçaram. Ele apenas abraçou-me.
Desviei-me e encostei a minha face ao seu rosto com barba feita. Sentia o cheiro do aftershave. Apetecia-me enroscar-me no seu rosto. Fechei os olhos e saboreei o momento.
- Está melhor assim? - sussurrou-me suavemente ao ouvido.
- Hum-hum.
Senti a retirar as mãos das minhas costas. Afastou-me de si, colocou as mãos no meu rosto e beijou-me.
Todos dizem que melhor do que o primeiro beijo entre um casal, é o olhar que trocam antes. É sentir o dobro da emoção. No meu caso, nem sequer houve a troca de olhares com o Gabriel ao beijar-me. Também não posso queixar, sempre que ele se aproximava vagarosamente eu desviava-me.
 De início o beijo foi suave, depois ele reclamava a minha boca. Aí está a explicação para serem tantas as raparigas que não largam a sua teia.
Afastou-se dos meus lábios. Tinha mesmo de terminar?
Abri os olhos. Parecia que tudo andava à roda.
Observava-me maliciosamente ainda com as mãos a segurar o meu rosto. Suavemente passou o polegar pelos meus lábios.
- Ainda sentes frio?
 
XOX
- Catarina Ferreira
 
 
 
 




Dia de São Valentim com os Miudos/ Valentine's Day with Kids



PT: Versão Portuguesa                                                                                 ENG: English Version

Queridos Leitores/ Dear Readers,

PT: Muitos de vocês não sabem, mas eu sou uma tia/madrinha completamente babada. Certos dias da semana (por vezes noites) sou eu que cuido deles, e uma das várias formas de demonstrar o quão eles são importantes para mim é através da barriguinha deles.

Quando era mais nova, no dia de São Valentim, a minha irmã trazia-me sempre gomas. Não tinha namorado, obviamente, mas era uma forma de demonstrar que era amada.
Ou talvez uma boa razão para me dar um miminho.
De qualquer das formas, eu gostava e por isso mesmo, todos os anos faço o mesmo com os membros mais novos da família.


ENG: Most of you don’t know, but I’m an aunt/godmother completely frilly. Some days of the week (sometimes even nights) I babysit them, and one of the many whys to show how much they are important to me is through their tummy.

When I was younger, on the Valentine’s Day, my sister always brought me candy. I didn’t have a boyfriend, obviously, but I think it was a way of showing how much I was loved.
Or maybe just a good reason to give me a little treats.
Anyway, I liked and because of that, every year I do it to the younger members of my family.

Printales here
PT: Neste dia, normalmente, eu dou-lhes simplesmente uma barra de chocolate. Este ano, decidi fazer algo diferente. Acrescentei uns bonitos cartões que vi num blog e embrulhei-os com outro cartão que imprimi do mesmo website (não havia em português, mas não se importaram).

Eles adoraram! Apesar de eu achar que eles estavam principalmente alegres somente pelo facto de receberam uma prenda e em seguida brincarmos todos juntos. O facto de estarmos juntos soa a uma boa desculpa para dar uma prenda.

ENG: On this day I usually give them just a chocolate tablet. This year I decided to do something little different. I added with the candy some beautiful cards that I saw on a blog and wrapped the treats with other cards that I saw on the same website.

They loved it! Mostly, they were just excited because they received a gift and then we played all together. The fact that we were together sounds a really good excuse to give a gift.


Printables here
XOX
- Catarina Ferreira